Texto 1

A economia colaborativa (compartilhada ou em rede, como também é conhecida) é um movimento de concretização de uma nova percepção de mundo. Ela representa o entendimento de que, diante de problemas sociais e ambientais que se agravam cada vez mais, a divisão deve necessariamente substituir o acúmulo. Trata-se, assim, de uma força que impacta a forma como vivemos e, principalmente, fazemos negócio.

O tremendo sucesso de empresas que facilitam o compartilhamento e a troca de serviços e objetos é uma prova de como a adesão a essa tendência global está longe de atingir um ápice. Uber, Airbnb e tantas outras que o digam.

Fonte: http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/economia-colaborativa-a-tendencia-que-esta-mudando-o-mercado,49115f4cc443b510VgnVCM1000004c00210aRCRD?origem=tema&codTema=1

 

Texto 2

Em outubro de 2015, eles eram 6 mil. Menos de seis meses depois, já havia 10 mil espalhados pelo País. Até o fim do ano, esse número pode ser cinco vezes maior. Ser motorista do Uber virou uma saída para o desemprego e uma opção para reforçar o orçamento apertado.

Foi justamente a falta de oportunidades no mercado de trabalho que fez o engenheiro Diego Autieri, de 26 anos, entrar para a rede de motoristas do Uber. Com o aplicativo, consegue em média R$ 200 por dia, se dirigir por uma jornada de oito horas. Já são três meses rodando em São Paulo. “É hoje praticamente toda a minha renda.”

Autieri, que trabalhou por sete anos como contratado em um escritório como projetista, vê a atividade como temporária. “Espero muito em breve voltar para a engenharia”, afirma. “Em último caso, ficaria no Uber para complementar a renda.”

Fonte: http://infograficos.estadao.com.br/focas-ubereconomia/mobilidade-1.php

 

Texto 3

‘A agilidade do Estado é fundamental para fazer uma avaliação e rápida propor a regulamentação destes novos serviços sem causar desequilíbrio ou concorrência desleal”, avalia Peres. “Sem regulamentação você corre o risco de ter uma situação caótica, e ter o confronto das pessoas que não aceitam [os novos serviços]”.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/futuro-das-cidades/sobre-uber-e-outros-desafio-da-economia-compartilhada-e-regulamentacao-94gpp25r6bq7wrwdewk4tb1hg

 

Texto 4

Tramita no Senado um projeto de modificação da Lei do Inquilinato com foco na regulação de serviços de aluguel por temporada como o Airbnb. Já na Câmara dos Deputados, a Comissão de Turismo ganhou a tarefa de elaborar sugestões para uma proposta de regulamentação geral da economia compartilhada no país, que ganharia uma comissão especial na Casa no ano que vem.

São duas frentes de atuação nacional que não entram em consenso nem sobre o que é o Airbnb: um concorrente dos hotéis e das agências de viagem? Uma imobiliária online? Se de um lado os ditos negócios tradicionais alegam estar à beira do colapso diante da concorrência de sites e aplicativos de alcance mundial “que não pagam impostos”, de outro está uma plataforma que não se encaixa facilmente na legislação já existente no país. Pior: uma plataforma cujo impacto difere de cidade para cidade e portanto exige uma regulação flexível.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/futuro-das-cidades/saida-para-regulacao-de-airbnb-no-brasil-pode-ser-a-desregulamentacao-geral-01tyxb7gd32jgh6e1m0qa2zsg