Cursando enfermagem, passei em Medicina sem cursinho

Escrito por: Júlio Sousa

Publicado em: 12/11/2015

Meu nome é Maria Mariana, tenho 20 anos, 1 ano como acadêmica de medicina e seguidora fiel do Projeto Medicina desde 2012 quando estava no último ano do ensino médio. A minha história com a medicina começou muito cedo, antes de saber muita coisa sobre profissões eu sabia de um importante detalhe: eu queria cuidar […]

maria mariana

Meu nome é Maria Mariana, tenho 20 anos, 1 ano como acadêmica de medicina e seguidora fiel do Projeto Medicina desde 2012 quando estava no último ano do ensino médio.

A minha história com a medicina começou muito cedo, antes de saber muita coisa sobre profissões eu sabia de um importante detalhe: eu queria cuidar de gente. Mal sabia eu a grande responsabilidade e o longo caminho que precisaria percorrer até concluir a prometia etapa necessária para assistir alguém, passar em Medicina.

Nunca fui a melhor aluna da minha sala, mas sempre mantive um padrão de notas e bastante comprometimento com meia afazeres acadêmicos, e não foi diferente no ano de conclusão do meu Ensino Médio. Infelizmente, não obtive êxito de primeira, e então vivi dias de extrema angústia e conflitos internos.

Decidi me matricular num pré-vestibular renomado da minha cidade, mas o alto custo e a apreensão por minha parte e parte dos meus familiares fizeram com que eu decidisse por cursar Enfermagem na Universidade Estadual do Piauí, enquanto estudava independentemente em busca da Medicina.

Estudar sem professores te estimulando e te atualizando, a princípio, parece uma tarefa impossível, desorganizada, principalmente se você tem alguma outra ocupação fora o estudo para o vestibular. Minha faculdade tomava em média 10 horas do meu dia, e confesso que nem sempre as metas de estudo que eu me propunha eram atingidas.

Mas eu persisti tentando.

Não conseguia me prender só a livros e apostilas, pois o cansaço e o desânimo da repetição batiam forte, então eu buscava sempre ferramentas mais interativas e descontraídas em sites voltados pra vestibular, e tive como forte aliado as vídeo-aula.

No ano passado, decidi diversificar a maneira de estudar, já que sempre gostei e tive facilidade em aprender ensinando. Comecei a ser professora de reforço, e isso me ajudou absurdamente, principalmente a relembrar detalhes de matérias como matemática e física, que por não ser muito o que eu gostava de estudar, geralmente ficavam deficientes.

Bom, em outubro de 2014 decidi fazer vestibular fora da minha cidade natal acompanhando 2 amigas. E como um sopro divino, minha aprovação foi anunciada um mês depois, e eu acredito que só vou sentir novamente uma sensação tão esplendorosa quando eu positivar meu CRM.

Ainda tenho muito a descobrir sobre, mas em um ano de curso posso afirmar que a Medicina é bem mais incrível do que eu sonhei! Não me imagino um dia se quer da minha vida sem acordar cedo e dormir extremamente tarde, buscando cada vez mais disseminar o amor ao próximo através da ciência.

Persistência e Maria Mariana são sinônimos. Foi difícil conseguir passar no vestibular sozinha, mas a lei do retorno é justa.

 

Essa é a história de como a Maria Mariana passou em Medicina sem cursinho. Você foi aprovado ou conhece alguém que passou em Medicina sem cursinho? Mande um email para juliosousajr@gmail.com com um link para contato. Será um prazer compartilhar sua história.

Empreendedor em educação há mais de 15 anos. Fundador dos sites Rumo ao ITA, Projeto Medicina e Projeto Redação. Já ajudou milhares de estudantes ingressarem no curso de Medicina em universidades públicas e privadas no Brasil.


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